daltux
Pai do 🐯 Meme, o Gato
👨💻 e analista de TI engajado com Software Livre, questão de autonomia.
Ambas as fotos do Meme, gato bicolor tipo “frajolinha”. Tem corpo, patas, pescoço e focinho brancos, com máscara, capa e rabo pretos. É visto de costas no banner e boca aberta no avatar.
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Tecnologia@lemmy.eco.br•Bom que querendo ou não respinga aqui 😁
1·8 months agoFalta serem obrigados a deixarem de privar a liberdade de o usuário executar o software que bem entender no dispositivo, que pode inclusive sobreviver plenamente muito mais do que cinco anos sem necessitar de suporte oficial da fabricante, quando isso não é travado.
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Tecnologia@lemmy.eco.br•Ubuntu 25.10 começará a substituição do GNU Coreutils por soluções em Rust
2·9 months agocoreutilsé um dos componentes desenvolvidos para o sistema operacional GNU, não todos, embora dos mais importantes. Por si só, sua eventual substituição não seria motivo para que Ubuntu deixasse de ser considerada uma distribuição de GNU com o kernel Linux. Porém, esse processo não começa por aí e já está em andamento há tempos com o famigeradosystemd. Então, de fato, fica difícil até dizer se Ubuntu vai continuar a ser considerado derivado do Debian GNU/Linux por muito tempo. Já está tentando se distanciar dos pacotes em alguns casos. Acho esse processo todo lamentável e, diferentemente de outrora, não aconselho essa distribuição e suas variações para mais ninguém.
daltux@forum.ayom.mediato
Tecnologia@lemmy.eco.br•Forma minimamente invasiva de usar o DeepSeek?
1·9 months agoTambém pode “dividir os dados” com Qwen, da Alibaba, cujos modelos são ainda mais completos do que o DeepSeek e teoricamente também pode ser considerado tão aberto quanto. Melhor evitar os mais famigerados.
Podem experimentar e ajudar a comparar muitos modelos, abertos ou não, em https://lmarena.ai/ – Só falta uma opção para evitar usar aqueles totalmente privativos.
O https://huggingface.co/ é um dos sítios mais notórios que possibilita usar muita coisa.

O “código aberto” não se refere à proteção das liberdades dos usuários de computadores. Há uma confusão entre movimentos que, na prática, tratam 99% das vezes dos mesmos programas, mas que são divergentes conceitual e ideologicamente. Vamos esclarecer. “Código aberto” e sua terminologia predominante rejeita o software livre e afasta-se até de qualquer classificação política. Librista se refere a quem milita pelo software livre (ou libre em espanhol etc.), contra o software privativo que priva as pessoas das liberdades necessárias para dominarem a tecnologia e não serem dominadas por ela. Essa questão primordial do movimento surgido há mais de 40 anos infelizmente é derrubada quando predomina o “código aberto”, simplesmente por este ser uma dissidência surgida para rejeitar tais ideias que alega serem radicais pois afastariam as corporações, tentando, assim, ser neutra com uma roupagem mais pragmática, afinada às conveniências mercadológicas. Não é preciso reforçar sua predominância.